Sem Nome

Sem Nome, cãozinho cambaio, passara a frequentar a garagem do prédio. Valia-se de sua magreleza para cruzar a grade em que os outros vira-latas ficavam enganchados. Assim, protegia-se do frio e podia receber o eventual alimento que os moradores lhe dispensavam. Só uma regra Sem Nome tinha de seguir: não engordar a ponto de ficar preso nos vãos da grade. Era simples.

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