O buquê

Ontem recebi um pedido de casamento, ops, ato falho, um convite para ir a um casamento em maio próximo, mês nupcial por excelência.

O amigo, tão chegado, embora hoje distante (em quilometragem), telefonou-me logo de manhã e trocamos boas novidades, coisa incrível, ótimas notícias da vida cotidiana e, pasmem, esperanças alvissareiras para o ano.

Só espero de meu camarada (nós nos tratamos carinhosamente, um ao outro, pelo nome de bân-di-do, acentuando a primeira sílaba da palavra) que ele relembre a ética da bandidagem e não tenha vergonha de, no casório, arremessar o buquê.

Isso de arremessar o buquê carrega uma beleza de que não deveríamos abrir mão. E assim desde já me comprometo a disputá-lo avidamente.

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